Como a localização influencia o valor no longo prazo — guia do Marino by Breton
Marino by Breton: entenda o valor de um lançamento com projeto assinadoEm imóvel de alto padrão, boa parte do material de divulgação usa as mesmas palavras: acabamento, localização e exclusividade. O que raramente aparece é um diferencial concreto e comparável. No caso do marino by breton, a Barra ganhou um empreendimento onde as áreas comuns são entregues inteiramente decoradas e mobiliadas pela Breton. Este guia mostra por que isso pesa — e o que conferir antes de fechar negócio.A assinatura da Breton, explicadaA Breton é uma empresa brasileira do setor de mobiliário de alto padrão. Quando um projeto residencial coloca uma grife no próprio nome, firma um compromisso maior que a estrutura: a entrega passa a ser cobrado também pelo padrão da marca. Trata-se de um vínculo que não se desfaz depois da obra pronta.Espaços coletivos já mobiliadosEm boa parte dos condomínios novos, as áreas coletivas ficam prontas só na estrutura, e a mobília vira tarefa do condomínio depois da instalação. O que costuma acontecer isso quer dizer reunião de condomínio, orçamento e rateio nos primeiros meses, quando o morador ainda está se ajeitando. Entregar mobiliado elimina esse capítulo da conta.ÍndiceO que significa o "by Breton" no nomeÁreas comuns entregues prontasO que isso muda no dia a diaO que um projeto assinado entrega de verdadeCoerência estética vale dinheiroO custo silencioso de mobiliar depoisA Barra da Tijuca e a vida perto do marO entorno e os deslocamentosMarino by Breton: o que o projeto reúnePlantas: leia antes de se apaixonar pelo decoradoComo funciona o pagamento em um lançamentoAntes de visitar: o que levar anotadoOs documentos que valem mais que a conversaPerspectiva artística não é entregaQuem constrói também é informaçãoO custo mensal depois das chavesAlto padrão: o que realmente diferenciaEstrutura de lazer x localização: o que não se reformaComprar para morar ou para investirValorizar e vender rápido são coisas diferentesO efeito no cotidiano de quem moraA vantagem mais evidente é de dinheiro: equipar espaços coletivos de um empreendimento de alto padrão não sai barato, e o valor é rateado entre todos os moradores. O ganho menos óbvio é de coerência: quando uma única equipe cuida do conjunto, há unidade visual. Decoração feita aos pedaços, ao sabor de cada gestão, raramente tem essa unidade.Quando a assinatura vira valor realConvém separar dois planos. Existe a assinatura decorativa, na qual o nome aparece no material de venda e nada além disso. Outra coisa é a assinatura de verdade, que aparece em mobiliário instalado e descritos em documento. A pergunta que separa as duas é uma só: quais peças está incluído, e em qual documento isso aparece?Harmonia entre ambientes não é detalheAmbientes harmônicos envelhece melhor do que peças escolhidas isoladamente tomadas em épocas distintas. Isso aparece quando chega a hora de vender: espaços coletivos bem cuidados impressionam quem visita antes mesmo de a pessoa ver a unidade. É um diferencial que continua trabalhando anos depois.O que ninguém coloca na planilhaQuem fecha negócio no lançamento normalmente soma a parcela e o financiamento, o ITBI e o registro e a reforma da unidade. Quase ninguém inclui o valor de mobiliar o condomínio que chega assim que o condomínio se instala. Saber com antecedência que essa etapa já está resolvida altera o cálculo de quem compara opções.A Barra da Tijuca e a vida perto do marO que o projeto propõe combina dois atrativos difíceis de achar no mesmo endereço: o mar por perto e um projeto de interiores de alto padrão. A Barra é autossuficiente, com serviços, comércio e lazer em toda a extensão do bairro, o que economiza tempo de trajeto na rotina.Veja também em: marino by breton barra da tijuca marino barra da tijucaMorar perto da orla altera o dia a dia que só quem já viveu entende: o passeio ao entardecer vira hábito pela facilidade, e não por ser programada. Em contrapartida, o ar salino pede conservação frequente em metais e esquadrias — isso não é defeito, é uma característica de quem mora na praia.O entorno e os deslocamentosA Barra da Tijuca foi desenhada para o carro, com avenidas largas que ligam o bairro ao restante da cidade, e conta ainda com o corredor de BRT para quem prefere não dirigir. Mesmo assim, a recomendação prática permanece: faça o trajeto entre o endereço e o seu trabalho em um dia útil, antes de fechar negócio. Folheto nenhum vale mais que essa experiência.O conjunto que o Marino by Breton apresentaOrganizando o que o projeto divulga, o conjunto se estrutura em poucos pilares: a localização na Barra da Tijuca, com proximidade da praia; a proposta de alto padrão; e a assinatura de design da Breton nos espaços coletivos. Quem chega pelo nome marino barra da tijuca em geral compara opções nessa mesma faixa, e é justamente aí que o detalhamento do que é entregue decide a comparação.Plantas: leia antes de se apaixonar pelo decoradoO apartamento decorado cumpre um papel comercial, e faz muito bem esse papel. O projeto arquitetônico, em contrapartida é o documento honesto: mostra a circulação, a abertura das portas e a metragem que se usa. Peça a planta cotada, simule o que você já tem e confira os pontos de tomada e de água. Leva poucos minutos que evita anos de incômodo.A estrutura de pagamento, sem mistérioO modelo usual reúne três partes: um valor de entrada, prestações durante a construção quitadas junto ao empreendedor, e um saldo final em geral financiado em banco quando a obra é concluída. Dois pontos merecem pergunta direta: qual o indexador das prestações ao longo da obra, e qual a penalidade se o prazo de entrega estourar. Os dois pontos têm que estar no contrato, e não numa conversa.Prepare a visita ao decoradoA ida ao estande é a parte agradável do processo, e é aí que convém chegar com perguntas escritas. Num empreendimento com assinatura, há uma pergunta a mais: que espaços exatamente são entregues mobiliados, e o que está listado no memorial a respeito disso.O que pedir por escritoTrês papéis respondem quase tudo: o memorial que relaciona cada acabamento —, a planta com as medidas e o registro de incorporação no cartório de imóveis. Esse terceiro é o que permite a comercialização das unidades, e qualquer pessoa tem direito a conferir o registro com o número em mãos.Perspectiva artística não é entregaQualquer folheto de lançamento usa imagens de perspectiva artística, prática corrente do mercado: a obra ainda não existe. O que exige atenção é entender que aquilo ilustra e o memorial garante. Quando alguma coisa estiver só na perspectiva e não no documento, pergunte se está incluído.O histórico de quem entregaAntes de discutir acabamento, é sensato conferir quem está por trás da obra. Obras concluídas dizem muito: pontualidade nas entregas, o acabamento efetivo e como a empresa se comportou no pós-obra. Ver de perto uma obra concluída do mesmo grupo é o teste mais honesto disponível: revela como aquilo envelhece passados alguns anos.O custo mensal depois das chavesEm empreendimento de alto padrão, a mensalidade do condomínio pesa mais do que se imagina para quem calculou somente o valor do imóvel. Espaços coletivos generosos demandam conservação e mão de obra, e isso é rateado entre os condôminos. Considere também o IPTU e as despesas de seguro, e solicite a estimativa ao time de vendas: essa é a despesa que fica com você mês a mês.Explore mais em: marino by bretonOnde o alto padrão se provaO rótulo de alto padrão é usado por quase todo lançamento na publicidade imobiliária, então convém saber onde ele se comprova: no pé-direito, nas esquadrias, na acústica entre apartamentos, na metragem útil de verdade e no que está escrito no documento de entrega. Nada disso aparece numa foto — todos constam do documento.A única coisa que não se altera é o endereçoConvém guardar uma distinção ao comparar lançamentos: a maior parte das coisas se altera depois. Acabamento se troca, decoração se refaz, área comum se reforma. O endereço, essa é a única que não muda. Justamente por isso quem analisa uma compra deveria dar peso maior à localização do que ao rol de itens de lazer, ainda que a segunda impressione mais numa visita.Comprar para morar ou para investirParcela de quem adquire nesse segmento olha o retorno financeiro, além do uso próprio. São análises diferentes. Quem vai morar, o que conta é o dia a dia: caminho do trabalho, escola das crianças. No caso do investimento, contam elementos diferentes: escassez de terreno na região, perfil de quem procura o bairro e a liquidez do tipo de unidade. Nenhum corretor sério promete percentual de valorização, e desconfiar de quem promete protege o seu dinheiro.Sobre a hora de sairUm apartamento pode se valorizar sem que isso signifique que ele vá levar meses para encontrar comprador. Unidades muito amplas ou muito específicas falam com um público menor, e menos compradores significa espera maior. Caso a revenda estiver no seu horizonte, essa variável deve pesar na escolha desde a primeira visita.Perguntas que aparecem toda horaO que exatamente vem decorado?A proposta divulgada é a de espaços coletivos entregues prontas, com decoração e mobiliário com projeto da Breton. A lista exata do que entra em cada espaço — é a informação que convém confirmar no memorial descritivo com quem faz o atendimento, com registro.Decorado e mobiliado são a mesma coisa?Mobiliário é o conjunto de peças: estofados, mesas e cadeiras, peças fixas de marcenaria. Decoração abrange mais: inclui iluminação, texturas e revestimentos, peças decorativas e a composição do conjunto. Quando os dois termos aparecem, o que está sendo dito é entregar o espaço em condição de uso, não apenas de móveis instalados.A assinatura influencia no preço?Costuma influenciar como o mercado enxerga o produto, sim, embora não exista número mágico ou percentual que alguém possa prometer. O que dá para afirmar com segurança é que espaços coletivos bem tratados contam na hora da revenda ou locação e poupam um gasto que apareceria depois. Valorização passada não garante resultado futuro.A maresia é problema?Requer atenção, não sacrifício. O ar salino acelera o desgaste de ferragens e metais, roldanas e itens ao tempo, algo que se contorna com limpeza periódica e manutenção programada. Ao avaliar a unidade, questione que materiais constam do memorial nas áreas expostas ao mar.O que fazer antes da visita?Prepare três itens: as suas perguntas anotadas, o seu orçamento real (incluindo taxas e condomínio) — e disposição para pedir documento. Vale ainda andar pela região num dia útil, e não só no horário marcado da visita: o entorno em dia útil informa mais que qualquer apresentação.Um último ponto a respeito dessa faixa: o que envelhece bem quase nunca é o detalhe espalhafatoso. É a construção bem feita, o conforto acústico, a conservação bem feita e o acerto na especificação apropriados para o litoral. Todos esses aspectos não rendem imagem bonita, mas são exatamente eles que distinguem o imóvel que continua bom dez anos depois.Conheça o projeto de pertoSe você chegou até aqui, já distingue o que é ilustração daquilo que o memorial garante, e conhece as perguntas levar para a primeira conversa. Chegar assim muda a qualidade da negociação inteira.O site oficial reúne as seções capazes de responder boa parte do que se costuma perguntar: as imagens do projeto, as plantas das unidades, localização e uma seção sobre a vida na praia. Reserve um tempo para percorrer antes da visita: a conversa rende muito mais quando as perguntas básicas já saíram do caminho.Fale com a equipe pelos canais do site oficial, peça o material técnico, o memorial descritivo e o detalhamento das áreas comuns. As melhores unidades costumam sair primeiro, porém isso é razão para começar a conversa, jamais para pular etapas. Informar-se custa tempo; arrependimento custa caro.SAIBA MAIS